Com o avanço do calendário eleitoral e após o período de filiações partidárias, o grupo político União Progressista em Sergipe já começou a intensificar as articulações para a formação da chapa que disputará vagas na Assembleia Legislativa nas próximas eleições.
Nos bastidores da política sergipana, lideranças do grupo têm realizado reuniões e alinhamentos estratégicos com o objetivo de montar uma composição considerada competitiva. A ideia é reunir nomes com experiência administrativa, forte presença regional e capacidade de mobilização eleitoral em diferentes municípios do estado.
Entre os nomes que aparecem como possíveis integrantes da chapa estão Cristiano Cavalcante, Marcelo Sobral, Netinho Guimarães e Lidiane Lucena. Também fazem parte das articulações Hilda Ribeiro, Pato Maravilha, Marcel Azevedo e Kaka Santos, lideranças que possuem atuação política e base eleitoral em diversas regiões de Sergipe.
De acordo com levantamentos e projeções feitas por integrantes do grupo, a chapa pode alcançar um volume significativo de votos. A estimativa inicial aponta para cerca de 250 mil votos válidos, número considerado suficiente para garantir uma presença expressiva na Assembleia Legislativa.
Caso a projeção se confirme nas urnas, a composição teria potencial para conquistar até quatro vagas diretas no parlamento estadual. Além disso, o grupo também poderia disputar uma quinta cadeira por meio das chamadas sobras eleitorais, mecanismo previsto no sistema proporcional brasileiro.
Dentro do cenário atual, alguns nomes aparecem como mais bem posicionados na corrida interna da legenda. Entre eles estão Cristiano Cavalcante, Lidiane Lucena, Pato Maravilha e Hilda Ribeiro, que despontam com forte competitividade dentro da chapa.
Na sequência, Netinho Guimarães surge entre os nomes que podem disputar uma vaga adicional, dependendo do desempenho coletivo da legenda e da distribuição de votos entre os candidatos.
Outros integrantes também fazem parte da composição e devem contribuir para o fortalecimento do grupo na disputa eleitoral, ampliando a capilaridade política da chapa em diferentes regiões do estado.
Apesar das projeções e das articulações já em andamento, a definição final dos candidatos ainda não está totalmente fechada. A composição da chapa pode sofrer ajustes até a realização das convenções partidárias, momento em que os partidos oficializam seus candidatos e homologam as chapas que irão disputar as eleições.
Nos bastidores, a avaliação entre integrantes do grupo é de que a estratégia de reunir nomes com diferentes bases eleitorais pode ser decisiva para ampliar o desempenho nas urnas e garantir maior representatividade do bloco na Assembleia Legislativa de Sergipe.










