Nomes citados: Hilda Ribeiro, Luiza Ribeiro, Ibrain de Valmir, Matheus Corrêa, Clever Farias e Josivaldo da Equoterapia
Com o encerramento da janela partidária marcado para o próximo sábado, 4 de abril, o cenário político do centro-sul sergipano começa a se definir para as eleições de 2026. Em Lagarto, os grupos tradicionais voltam ao centro das articulações, enquanto novos nomes tentam ganhar espaço no eleitorado.
Bole-Bole mantém força histórica
No campo do Bole-Bole, Luiza Ribeiro e Hilda Ribeiro seguem como principais referências políticas.
Também com forte ligação ao grupo está Ibrain de Valmir, herdeiro político do ex-prefeito Valmir Monteiro, uma das maiores lideranças da história recente do município. A trajetória da família ainda mantém influência significativa entre eleitores.
Ibrain transita entre grupos
Apesar da origem no Bole-Bole, Ibrain de Valmir se aliou, na última eleição, ao atual prefeito Sérgio Reis, aproximando-se do grupo Saramandaia.
O movimento colocou o nome de Ibrain em posição estratégica, dialogando tanto com sua base histórica quanto com o grupo que hoje comanda a gestão municipal.
Base da situação se reorganiza
No mesmo campo político, Josivaldo da Equoterapia reposicionou sua atuação, deixando o discurso de terceira via e adotando postura mais alinhada à situação na Câmara Municipal.
Nos bastidores, essa mudança pode impactar o espaço de outros nomes do grupo, como Matheus Corrêa.
Terceira via tenta crescer
Se apresentando como independente, Matheus Corrêa busca espaço fora dos blocos tradicionais. A estratégia é dialogar com eleitores dos dois grupos e também com quem não se identifica com nenhuma das correntes políticas.
Novo nome surge no cenário
Como novidade, o delegado Clever Farias aparece como alternativa fora dos grupos tradicionais. Com atuação no serviço público, ele aposta em um discurso de renovação política.
Cenário em construção
Com o fim da janela partidária se aproximando, a tendência é de intensificação das articulações nos próximos dias. Em Lagarto, a disputa segue marcada pela força dos grupos históricos, mas com sinais claros de abertura para novos protagonistas no cenário político local.










